4 de abr de 2009

Ó minha amada
Que olhos os teus
São cais noturnos
Cheios de adeus
São docas mansas
Trilhando luzes
Que brilham longe
Longe dos breus...
Ó minha amada
Que olhos os teus
Quanto mistério
Nos olhos teus

Quantos saveiros
Quantos navios
Quantos naufrágios
Nos olhos teus...
(...)

Vinicius de Moraes

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